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quinta-feira, 15 de abril de 2010

Sabe, eu brigo com o espelho toda manhã. Eu mal consigo formular palavras a desconhecidos. Eu nem mesmo acredito na minha capacidade de marcar a vida de quem eu conheço. Meu complexo de inferioridade já me fez perder noites e noites de sono à procura de respostas para medos ridículos, muitas vezes inexistentes.


Veronicah

domingo, 14 de março de 2010

# você









Já conheci muita gente, gostei de alguns garotos, mas, depois de você os outros são os outros

# post de domingo

Acho que o meu maior erro é acreditar e me entregar por inteira à algumas pessoas, o tempo passa, as decepções acontecem e parece que eu nunca aprendo. Eu sempre digo: Hoje vai ser diferente, hoje eu vou mudar pelo menos 20%. Mas esse hoje nunca chega e eu estou ficando desesperada com tantas desilusões.
Pessoas são contraditórias e eu acabado me perdendo quando acho que estou entendo alguém. Devo mesmo é parar de me preocupar em decifrar os seres-humanos e viver minha vida sem ligar com o que vai acontecer. (...?)
Sexta me decepcionei muito com uma pessoa, mas encontrei no decorrer na semana passada alguém maravilhoso e eu estou sentindo uma sensação tão boa, o que será que está acontecendo comigo? .__. 


* Ah, recebi uma notícia boa, o Juninho - uma pessoa admirável para mim - está voltando e eu vou reencontrá-lo depois de quase 2 anos, estou tão feliz  *__*
Essa foto foi no primeiro dia que o conheci.__







E para finalizar esse post, um texto de veronicah :
E hoje não vou fazer isso. Não vou ceder, não vou me preocupar. Vou entrar em férias de mim, balancear os pneus, checar o óleo. Vou me amar. Pra depois tentar, quem sabe, amar alguém.


sábado, 13 de março de 2010






Definitivo, como tudo o que é simples.
Nossa dor não advém das coisas vividas, mas das coisas que foram sonhadas e não se cumpriram.
Sofremos por quê? Porque automaticamente esquecemos o que foi desfrutado e passamos a sofrer pelas nossas projeções irrealizadas, por todas as cidades que gostaríamos de ter conhecido ao lado do nosso amor e não conhecemos, por todos os filhos que gostaríamos de ter tido junto e não tivemos,por todos os shows e livros e silêncios que gostaríamos de ter compartilhado, e não compartilhamos.  Por todos os beijos cancelados, pela eternidade.
Sofremos não porque nosso trabalho é desgastante e paga pouco, mas por todas as horas livres que deixamos de ter para ir ao cinema, para conversar com um amigo, para nadar, para namorar.
Sofremos não porque nossa mãe é impaciente conosco, mas por todos os momentos em que poderíamos estar confidenciando a ela nossas mais profundas angústias se ela estivesse interessada em nos compreender.
Sofremos não porque nosso time perdeu, mas pela euforia sufocada.
Sofremos não porque envelhecemos, mas porque o futuro está sendo confiscado de nós, impedindo assim que mil aventuras nos aconteçam, todas aquelas com as quais sonhamos e nunca chegamos a experimentar.
Por que sofremos tanto por amor? O certo seria a gente não sofrer, apenas agradecer por termos conhecido uma pessoa tão bacana, que gerou em nós um sentimento intenso e que nos fez companhia por um tempo razoável,um tempo feliz.
Como aliviar a dor do que não foi vivido? A resposta é simples como um
verso:
Se iludindo menos e vivendo mais!!!
A cada dia que vivo, mais me convenço de que o desperdício da vida
está no amor que não damos, nas forças que não usamos,
na prudência egoísta que nada arrisca, e que, esquivando-se do
sofrimento,perdemos também a felicidade. 
A dor é inevitável.
O sofrimento é opcional...